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Ezio Pereira

Ezio Pereira nasceu no Distrito de Córrego Rico em agosto de 1941.

Com apenas oito anos de idade, mudou-se para Taiúva com a família para seu pai, o ferroviário Daniel Pereira, assumir o trabalho na Fepasa. Permaneceu em Taiuva até os 20 anos de idade. Foi bancário. Trabalhou no extinto Banco Antonio de Queiroz S/A, agência de Taiuva. Ingressou no Banco Comercial do Estado de São Paulo tendo sido nomeado contador para instalação de uma agência na capital do Paraná.

Na década de 60, ingressou por concurso no Banco do Estado de São Paulo – Banespa. Trabalhou por mais de um ano na cidade de São Paulo. Foi nomeado chefe do crédito rural do Banespa em Colina. Além de bancário, trabalhava na empresa Sementes Jaboticabal Ltda, tendo sido estimulado pelos proprietários da empresa: Albino e Domingos Gazotto, Ernesto e Pedro Sitta, Oswaldo e Dorival Borsari, a tornar-se produtor rural. Sua primeira propriedade foi o sítio Girassol, onde cultivava laranja.
Abriu mão de seguir carreira no setor bancário e escolheu a agricultura como seu caminho profissional. Foi conselheiro da Coplana e Coopecredi. Esteve a frente do Sindicato Rural de Jaboticabal por 28 anos.

Na década de 1980, sob a presidência de Luiz Hamilton de Moura Montans, foi um dos mais ativos líderes no movimento da classe rural contra a inflação e a desvalorização dos preços pagos aos produtos agrícolas. O movimento culminou com o tratoraço que fechou as portas das agências bancárias no centro da cidade, e a interdição de ruas e rodovias por produtores rurais. O Manifesto ganhou o nome de “Não Posso Plantar”.

É bancário aposentado e Leitor assíduo. É casado com a senhora Eliane Mary Gibelli Pereira com quem tem quatro filhos: Elaine, Ezio Júnior, Erika e Elizandra, sete netos e um bisneto que está a caminho.

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